Garoto, cante!
O que está esperando?? Pare de chorar!
Quer voltar para casa?!?
Escute, você é meu! QUERO QUE CANTE!!
Isso, muito bem... CARAMBA! Essas lágrimas e essa canção tão belas
Agora, pare! FALEI PARA PARAR, imprestável!
Vai ser difícil te domesticar.
Garoto, dance!
Dance mais!!! Sorria também!
CHAMA ISSO DE SORRISO??
... FALEI PARA PARAR DE CHORAR!!
Está bem! CHEGA!
Vamos embora, porque desse jeito você faz nenhum agrado.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Recuperação do meu Eu
Sombras desérticas do breu
Ondas cobririam todos
Anjo abriu as asas amorfas
Não iluminou,
Corvos saiam
Grotescas penas
Aquelas ondas negras, eles
Excesso de ar
E muito silêncio
Harmonia, angústia
Escurecido pensamento
Eles comiam depois de aquecer
Entranhas expostas
Angústia,
Não, é felicidade.
Ondas cobririam todos
Anjo abriu as asas amorfas
Não iluminou,
Corvos saiam
Grotescas penas
Aquelas ondas negras, eles
Excesso de ar
E muito silêncio
Harmonia, angústia
Escurecido pensamento
Eles comiam depois de aquecer
Entranhas expostas
Angústia,
Não, é felicidade.
sábado, 24 de abril de 2010
In.
Sinto o cheiro dela
Oh melancolia
Por que você não é minha?
Fui insuficiente
Não consigo suprir
A sua existência
Flor intocável
Nunca chora
Faça-me perder
O sentido de odor.
Oh melancolia
Por que você não é minha?
Fui insuficiente
Não consigo suprir
A sua existência
Flor intocável
Nunca chora
Faça-me perder
O sentido de odor.
terça-feira, 13 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Momentos imaginários com a Galáxia
Galáxia devora corações.
- Primeira alimentação -
Entre beijos e carícias veio o sussurro
- Quer saber o porquê da sua cautela em fazer escondido, professor?
Enquanto as mãos e os lábios passeavam no corpo de Galáxia, respondeu positivamente, aclamando por mais sussurros.
- Porque você sabe que é errado e não quer que alguém o veja cometendo este erro, principalmente, a mulher.
Então ela sorriu lhe dando mordidas no pescoço e lambidas no queixo. Ele apenas concentrado no prazer não reagiu suavemente, mas violento com apertos e desejos.
Galáxia prosseguia:
- Você é um covarde... – ela respira fundo-... talvez, tem vergonha... - cabelo longo dela é puxado- ...talvez... - suspira- ...crê que não deve satisfação a alguém.
Professor contrai o corpo sob de Galáxia, ela geme baixo, mas continua:
- Agora, pergunto-lhe, por que escondido, professor?
Ele para, olha-a desamparado, então Galáxia o abraça respondendo a pergunta:
- Você tem medo de ser descoberto e dar satisfações das suas atitudes inadequadas... tem vergonha... É covarde.
Galáxia beija-o intensamente e diz:
- Vou devorar você e não irá reclamar...
- Primeira alimentação -
Entre beijos e carícias veio o sussurro
- Quer saber o porquê da sua cautela em fazer escondido, professor?
Enquanto as mãos e os lábios passeavam no corpo de Galáxia, respondeu positivamente, aclamando por mais sussurros.
- Porque você sabe que é errado e não quer que alguém o veja cometendo este erro, principalmente, a mulher.
Então ela sorriu lhe dando mordidas no pescoço e lambidas no queixo. Ele apenas concentrado no prazer não reagiu suavemente, mas violento com apertos e desejos.
Galáxia prosseguia:
- Você é um covarde... – ela respira fundo-... talvez, tem vergonha... - cabelo longo dela é puxado- ...talvez... - suspira- ...crê que não deve satisfação a alguém.
Professor contrai o corpo sob de Galáxia, ela geme baixo, mas continua:
- Agora, pergunto-lhe, por que escondido, professor?
Ele para, olha-a desamparado, então Galáxia o abraça respondendo a pergunta:
- Você tem medo de ser descoberto e dar satisfações das suas atitudes inadequadas... tem vergonha... É covarde.
Galáxia beija-o intensamente e diz:
- Vou devorar você e não irá reclamar...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Sons da morte
Menino árvore,
Qual é o som reproduzido pelos seus galhos?
Quando o vento veio, pensei que fosse de oceano.
Quando a chuva caiu, pensei que fosse de tufão.
Quando as folhas desmoronavam, pensei que fosse de tempestade.
Menino árvore,
Querer sobreviver com esses sons
Que me deixa nostálgica
Quanto a sua existência, flui da sua boca sem vida
Que alimenta as secas
Menino árvore,
Quem lhe plantou foi aquele que o matou?
Qual é o som reproduzido pelos seus galhos?
Quando o vento veio, pensei que fosse de oceano.
Quando a chuva caiu, pensei que fosse de tufão.
Quando as folhas desmoronavam, pensei que fosse de tempestade.
Menino árvore,
Querer sobreviver com esses sons
Que me deixa nostálgica
Quanto a sua existência, flui da sua boca sem vida
Que alimenta as secas
Menino árvore,
Quem lhe plantou foi aquele que o matou?
segunda-feira, 15 de março de 2010
Rastejo
Pensamentos voadores atraem essa maldita
Começa pela cabeça e indo se alastrar
Deixa rastros de desejos passados
E promove insônias
Ela é uma desgraça amorfa
Chama-se recordar no literal
No figurado, Saudade.
Começa pela cabeça e indo se alastrar
Deixa rastros de desejos passados
E promove insônias
Ela é uma desgraça amorfa
Chama-se recordar no literal
No figurado, Saudade.
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